O Espaço como Agente de Cura: Estudo de Caso e Proposta de Reforma para a Casa Lar em Manhuaçu

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5281/zenodo.21071612

Palavras-chave:

Arquitetura humanizada, Adolescentes institucionalizados, Neuroarquitetura, Conforto ambiental, Acolhimento institucional

Resumo

O presente estudo teve como objetivo investigar a influência do ambiente construído no bem-estar físico, emocional e social dos adolescentes acolhidos na Casa Lar em Manhuaçu (MG), bem como propor diretrizes arquitetônicas voltadas à humanização dos espaços institucionais. Trata-se de uma pesquisa de abordagem qualitativa, desenvolvida por meio de levantamento bibliográfico, estudo de caso, visitas técnicas e pesquisa participativa com os usuários da instituição. Os resultados evidenciaram que aspectos relacionados à neuroarquitetura, à biofilia, ao conforto ambiental e à possibilidade de personalização dos ambientes contribuem significativamente para o fortalecimento do sentimento de pertencimento, da identidade e da qualidade de vida dos adolescentes acolhidos. Observou-se que espaços mais acolhedores, flexíveis e integrados à natureza favorecem a convivência, o desenvolvimento socioemocional e a construção de vínculos afetivos com o ambiente. Conclui-se que a arquitetura desempenha papel fundamental na promoção do bem-estar e da inclusão social, atuando como instrumento de apoio ao desenvolvimento humano e à reconstrução de vínculos em contextos de acolhimento institucional, contribuindo para a criação de ambientes mais humanizados, seguros e semelhantes ao contexto familiar.

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Publicado

30.06.2026

Edição

Seção

Artigo Original

Como Citar

Silva, C. E. da, Fernandes, J. P., & Prudente, M. M. (2026). O Espaço como Agente de Cura: Estudo de Caso e Proposta de Reforma para a Casa Lar em Manhuaçu. Revista Egan, 1(6), e0040. https://doi.org/10.5281/zenodo.21071612

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